Compre você mesmo um
livro, faça a sua magia,
tenha fé, poupará dinheiro. A Magia é algo pessoal, deverá ser feito pela
própria pessoa, com muita fé.
Fazer sempre o Bem,
quem fizer o mal pagará caro.
Acha que os bruxos
que fazem vodus, embora ricos, vivem felizes?
Imagine as centenas de almas que eles prejudicaram, acha que eles dormem
bem durante a noite? Aposto que têm dezenas de pesadêlos
e sofrem obsessões.
Por isso alguns precisam de uma equipa, que os ajude neses momentos, que
os "limpem" de feitiços, eles não têm consciência tranquila, uma dia desencarnam
e como vai ser? Não podem levar o ouro para o lado de lá, e vão ter que encarar
todas as almas que prejudicaram, e serão todos contra um.
Um conhecido bruxo aqui de Portugal, no anúncio
diz que trata de:
Mau-olhado, encantamentos, malefício, magia negra, magia contagiosa, vodoo,
macumba, witchcraft, enguiços, agouros, milongos.
Incrível tantas coisas!
Mas são todos nomes diferentes para uma mesma coisa.
Witchcraft é feitiço em inglês, agouro
e mau-olhado são a mesmíssima coisa, macumba e magia negra ou contagiosa
são o mesmo, tudo isso são malefícios, vodoo
é magia negra do haiti, encantamentos são feitiços, é incrível, tantas definições
para uma só coisa.
Alguns desses bruxos quando
foram a debates televisivos, disseram tantas coisas sem nexo, que certamente
os mais entendidos se aperceberam das incoerências.
Outros revelaram o seu baixo nível, quando gritavam e berravam com outros,
contra-argumentando e ofendendo em directo.
Uma delas, Rosa S., dizia que cobra 3000 euros ás pessoas porque precisa
de viver rodeada de luxos, para transmitir energia positiva ás pessoas.
Curioso!
Jesus era pobre, e
transmitia energia positiva ás pessoas.
A energia positiva vem de dentro, vem do amor, vem da espiritualidade e
não da materialidade ou opulência.
Médiuns, eles são pessoas
especiais?
Geralmente eles dizem " sou médium, tenho
um dom divino, sou enviado de Deus",
Alguns usam títulos bem conhecidos
nossos, nos anúncios: " O salvador entre nós",
o "médium
do séc XXI".
Que eu saiba salvador
era Jesus, e ninguém é o supremo mestre do séc XXI.
Médium não é ninguém diferente dos outros, nem enviado de DEUS á Terra,
isso são os gurus querendo colocar-se acima das pessoas.
Outros dizem " 33 anos de experiência",
é interessante, vejo anúncios dessas pessoas há uns sete anos e eles têm
sempre os mesmos anos de experiência, pensei que com o avançar dos anos iriam
acumular anos de experiência.
Pela lógica após 7 anos ele teria 40 anos de experiência e não os mesmos
33…
Porque é que nenhuma
revista esotérica diz isto?
Em Portugal existem cerca
de 3 ou 4 revistas esotéricas nacionais, elas necessitam do dinheiro desses
anunciantes, (risos).
Entendem?
Conte o número de páginas, mais de 60% das revistas são folhas de anúncios,
os outros 40% são conteúdo.
Anúncios de folha inteira podem custar mais de 500 euros, tendo em conta
o número de exemplares da revista (o número de exposições do anúncio).
Alguns
colocam abusivamente imagens de Maria
e de Jesus nos seus anúncios!
De facto todos somos médiuns, Kardec esclareceu que medium é a pessoa sensível
á presença dos espíritos, é um canal, um intermediário entre o plano material
e o espiritual.
Todos nós possuímos faculdades mediúnicas inatas, como telepapatia, presságio,
intuição, depois existem outras faculdades, centenas e variam de pessoa para
pessoa.
Cada pessoa tem o seu grau espiritual, e uns estão menos avançados nesta
vida, isso explica-se pela reencarnação.
Noutras vidas certas pessoas
desenvolveram dons, e nesta vida vão mais avançadas que outras, mas todos
chegaremos lá.
Se aqui estivéssemos todos pela primeira vez, como seria possível haver
pessoas em diferentes graus espirituais? Onde teriam desenvolvido esses dons?
Nunca se
sinta inferiorizado, á mercê de um guru, ninguém é superior a ninguém,
ninguém é especial.
Você é um ser espiritual, pode desenvolver a sua mediunidade, tem guias
espirituais, acredite em si, no seu poder!
O verdadeiro mestre espiritual é uma pessoa humilde, que lhe dê um conselho,
uma ajuda, sem cobrar nada, sem procurar promover-se ou enriquecer à custa
do sofrimento alheio.
Os verdadeiros mestres não se anunciam em jornais nem nas televisões, a
maioria deles vivem anónimos na sociedade.
Passam por nós no dia-a dia.