reencarnação 3


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6-(Telma S, Porto Alegre, 09/01/2002, www.nossochat.com.br)A alma regride ?

composição de várias respostas ao longo de meia-hora:

Sílvio :
Se a alma pode regredir na sua evolução, andar para trás? Não me parece,já conversei com pessoas que pensam o oposto, muitas vertentes espíritas defendem esse retrocesso, eu não.
A evolução é para a frente, não podemos recuar, se assim fosse Deus estaria sendo punitivo. Acontece que aquelas pessoas que hoje conhecemos por assassinos, psicopatas, descrentes, essas pessoas ainda não despertaram para a espiritualidade, têm o seu livre-arbítrio e permanecerão no mesmo estado bruto até que começem a evoluir, vão reencarnando mais e mais vezes se necessário.

( Telma: como por exemplo? )

Sílvio:
Darei um exemplo:Na escola há alunos que estudam a lição e vão passando de ano, aqueles alunos que não estudam a lição ou que tivéram dificuldades não vão regredir de ano, não vão recuar, eles simplesmente repetem o ano quantas vezes necessário, e os outros vão avançando...Uns ficam para trás; porém isso não é recuar.
Se você está enconstado a uma parede, não pode recuar, os outros avançam mas você não recua, fica ali,a parede seria como uma «Mão» de Deus amparando-o, você não recua, fica no mesmo estágio até ir progredindo. Aquelas almas que não são propensas ao bem, por vezes quando desencarnam ficam num plano inferior, errando por aí, até se redimirem de todas as suas falhas, permanecem lá mais tempo, em dor, para o seu entendimento se clarear, aí voltam a reencarnar para ter em vida uma nova oportunidade de se melhorarem.
-No final de cada encarnação somos apresentados ao concelho cármico (grupo de seres de luz) que avaliam as nossas acções boas ou más, depois é decidido consoante a nossa vibração, o local da próxima vida, as provas pelas quais vamos passar, o destino que teremos, tudo nos é revelado antes de voltarmos...
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7-(Sérgio , SP 30/01/2002,via email...)O déja vu é recordação de vidas passadas?

Sílvio :
 
O déja vu (do francês: já visto) é aquela sensação de já termos estado num local, ou de já termos ouvido ou visto algo. Pode ter múltiplas causas, várias vezes sim,sentimos uma vibração forte quando estamos num local e a sensação de já termos estado ali, (poderemos ter estado ali noutra vida), outras vezes o efeito é psíquico e bem explicado pela parapsicologia, sendo a simulcognição uma percepção paranormal do presente: podemos pressentir uns segundos antes algo que vai acontecer, acontece-nos ouvir alguém e pensar «já ouvi isto» por vezes a nossa percepção vai evoluíndo imenso e já podemos pressentir frases completas mesmo antes de as ouvirmos ou antever situações (isso já é clarividência) então suponho que a sensação déja vu sejam os primeiros sintomas de uma clarividência que está a florescer..
-Há também a retrocognição: percepção paranormal do passado, a qual acho ser de facto recordações de vivências que temos no subconsciente.
E também há situações em que sonhámos com algo parecido e posteriormente reconhecemos as sensações quando se repetem,mas que já estávam “adormecidas” no inconsciente.
Ou então,por vezes sonhamos acordados,imaginamos uma situação,e mais tarde passamos por ela na verdade.
Por exemplo: eu imagino que estou passando na rua e vem uma loira dentro de um carro vermelho descapotável,fico sonhando acordado e registando as imagens no subconsciente. Pode ocorrer que meses, ou anos mais tarde essa situação aconteça na realidade, e eu vou sentir que «já vi» aquilo antes.. .
E eis que o Cabalista Eliphas Levi dissera (Alphonse Louis Constant): déja-vu são reminescências de coisas que sonhámos acordados.
Há ainda muitos mistérios, para os quais não há uma resposta definitiva...
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8-(Angelina, Rio Janeiro 04/05/2002 grupo guiaespiritual,mensagem) E quanto ao ouija?
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Sílvio :
O melhor seria não seguir por aí... O Ouija (do francês: oui=sim ,e Alemão Já=sim) é aquele oráculo em tábua com letras e numeros, no qual usamos um objecto (anel,ou copo) que é guiado através de entidades comunicantes. Embora essa prática fosse conhecida na Grécia desde 600 Ac. (segundo alguns historiadores), a moderna tábua ouija foi criada em Maryland ,por William Fuld no ano de 1890 tornando-se mais popular em 1960, há inúmeros factores que apontam a sua perigosidade,vou citar alguns:

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1-Se as pessoas o usam apenas por curiosidade.

2-Se Insistem para atrair entidades,há muitas entidades inferiores, obessoras,místificadoras e levianas querendo usar-vos e iludir-vos, misturando meias-verdades com mentiras, se no grupo houver pessoas negativas ou com medo,atraem entidades em afinidade com tais padrões de pensamento.

3-Nunca deveria consultar-se o ouija sozinho, são precisas no mínimo duas pessoas, as entidades usam a nossa energia para combinar fluídos e mover o copo, se não estivermos preparados e criado um campo energético protector podemos sofrer obsessão. Várias pessoas se queixavam que objectos lhes eram atirados para cima (efeito poltergeist),um amigo meu  Márcio viu o copo quebrar-se sozinho à sua frente, não brinques com os espíritos apenas para satizfazer curiosidades, sobre vidas passadas, sobre namoros, futurologia, etc... Estarias abrindo uma porta, se não houver um vigilante todas as entidades poderão entrar,permanecendo no local, o ideal seria criar um ambiente harmonizado, com incensos velas e meditação colectiva...(a sua casa,ou o local poderá ficar assombrado).
-Mesmo numa sessão com espíritas experientes ,harmonizados  ,poderão surgir entidades perigosas, nunca se sabe, é preciso ter uma boa protecção dos guias, no local.

Olha, em 1966 a empresa de brinquedos dos Eua , a: Parker brothers, comprou os direitos do ouija e comercializou-os como jogo para crianças a partir dos 8 anos de idade! Estima-se que tenham sido vendidos uns 25milhões de tabuleiros-ouija na América e Europa.
Se o jogo fôsse positivo, porque diria então no manual: «Não fazer perguntas acerca de Deus», por acaso os bons espíritos negarse-iam a falar de Deus? Tantas entidades se comunicam em canalizações por médiuns,transbordando palavras de amor por Deus pai, por tão divino mestre, e no ouija não pode tocar-se em seu nome? Não estou criticando sem saber, estou aconselhando, também em adolescente fui curioso nessas prácticas, conheço o ouija.

- Outras pessoas não têm contacto e insistem em invocar espiritos, esquecendo-se que eles são individualidades e têm livre-arbítrio também. Desvie-se dessas práticas pouco controladas e desprovidades de nobreza. O manual também diz para deixar-se a tábua ouija sempre limpa para que os espíritos no local podéssem comunicar sempre, ora na verdade as entidades contactam sempre que queiram independentemente se houver ou não um ouija, tantas vezes movem objectos, tocam-nos no cabelo, fazem-se ouvir, tantas vezes.

Um ou outro caso podem ser inofensivos, há pessoas que podem dizer-vos que até comunicaram com um familiar ou com um guia, certo...Mas nem sempre é assim, por vezes no ouija surgem entidades pseudo-sábias que nos iludem com palavras revestidas de verniz, as entidades superiores,anjos,guias,
contactam-nos por via mental, através de pensamentos elevados, devemos escutar a nossa intuição e analisar os nossos sonhos...


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.Frases de Khalil Gibran :
Khalil Gibran, nasceu no Líbano em 1883, desencarnou em 1931...
Foi artista, poeta, filósofo,e se nos focarmos bem nos seus escritos reconheceremos a sua mediunidade florescida, as mensagens espirituais.Vou citar algumas alusivas à reencarnação :

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« Uma vez vi o rosto de uma mulher e senti todos os seus filhos que não tinham nascido.
E uma mulher olhou para mim,e aí reconheceu todos os meus antepassados mortos antes de ela ter nascido. »
«Escolhemos as nossas alegrias e as nossas mágoas, muito antes de as experimentarmos..»

*Nota:
Aqui julgo que ele se referia ao pré-conhecimento da nossa próxima vida,antes de reencarnar é-nos mostrada a nossa vivência pelos guias (ou senhores do karma), e “escolhemos” ou seja: optamos pelas provas que iremos passar em correspondência com os nossos juízos, a lei de causa-e-efeito (karma). Depois vivenciamos (experimentamos).
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«Não vos esqueçais de que voltarei para vós.
Um pequeno momento, um momento de descanso sobre o vento, e uma outra mulher me dará à luz»
(Khalil Gibran)




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